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mihaelo
 


América Latina: O Continente Mais Violento Do Mundo

O último Relatório de Desenvolvimento Humano da ONU traz dois fatos marcantes: por primeira vez os países do Terceiro Mundo(que têm 85% da população mundial) produzirão metade do PIB mundial e que a América Latina tem um índice de assassinatos de 22 por 100 mil habitantes, o qual é maior que o da África subsaariana, o continente mais pobre de nosso planeta.

Igualmente como ocorreu com a Lei Seca nos Estados Unidos de 1920 a 1933 quando a proibição da comercialização de bebidas alcoólicas fez disparar a criminalidade, surgindo os famosos "bootleggers" bem descritos no romance "O Grande Gatsby" de Scott Fitzgerald; a criminalização das drogas  em todo o mundo a partir do princípio do século passado conformou uma terrível estratégia de guerra às drogas, na qual as vítimas são os pobres e as classes médias dos países do Terceiro Mundo. Estes produzem massivamente para abastecer os Estados Unidos e a Europa, os dois maiores mercados mundiais de drogas bem como de quase todas as mercadorias.

É deveras interessante observar que os países mais próximos dos Estados Unidos(El Salvador,México,Guatemala,Honduras,Venezuela e Colômbia)têm índices bem maiores que a média latinoamericana, neles existindo inúmeros grupos de adolescentes e jovens adultos fortemente bem armados , inclusive com armamentos pesados de uso exclusivo das FFAA. Estes grupos  são conhecidos pela denominação de maras na América Central e por comandos no Brasil, onde se concentram nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Os  problemas terríveis que a criminalização das drogas  geram são o contrabando de armas, a corrupção  das forças policiais, os roubos de veículos e assaltos a bancos, lojas, postos de combustíveis, supermercados, fábricas,etc por parte dos traficantes como meio de se capitalizarem para dar início aos seus negócios ou para repor mercadoria apreendida pela polícia, além dos furtos a indivíduos por parte dos usuários a fim de obter dinheiro ou mercadoria para sustentarem o seu vício. Há também os confrontos entre os grupos rivais e os com a polícia que frequentemente resultam em mortes, algumas vezes de pessoas inocentes alheias aos conflitos.

Todavia como a criminalização das drogas é muito útil aos banqueiros que são os recipiendários da lavagem do dinheiro proveniente do tráfico e ao governo estadunidense que assim tem uma excusa para manter o controle policial-militar de vários países, principalmente os caribenhos, dificilmente a curto e médio prazo a falida política proibicionista será abandonada.

Pobre América Latina, tão distante de Deus e tão próxima dos Estados Unidos.



Escrito por mihaelo às 08h30
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El Nuevo Papa y Las Misiones

Por primera vez fue elegido un papa latinoamericano y jesuita. Éste viene de un país donde los jesuitas lograron establecer una comunidad de pueblos originarios autónoma en el interior del imperio colonial español que acabó por entrar en conflicto con las oligarquías criollas españolas y portuguesas, hecho que acabó por generar la Guerra de las Misiones y la consecuente expulsión de la Compañia de Jesus de América en 1759 en el território portugués y en 1767 en el lado español. En 1773 el Papa Clemente XIV extingu la Compañia, que sería restaurada en 1814 por el Papa Pio VII.

El interesante en todo esto es que el nuevo papa adoptó un nombre que hace alusión a la defensa de los pobres y de los animales, por ende de dos causas muy prementes contemporáneamente, ya sea la redistribución de las riquezas cada vez más concentradas por el capitalismo financista y la del medio ambiente igualmente amenazada por este mismo capitalismo.

Pero, las misiones que el Papa Francisco tendrá que enfrentarse son las candentes cuestiones internas de la corrupción en el Banco del Vaticano y de la pedofilía en la cual están involucrados muchos curas.

Además de eso, hay el grave problema de la dictadura. Es obvio que la Iglesia apoyó la dictadura militar argentina, ya que es una institución que siempre ha defendido el statu quo desde el Imperio Romano. La Iglesia Católica fue el sustentáculo ideológico de la dictadura de Francisco Franco en España y así sería impensable que no apoyara todas las dictaduras militares que ocurrieron en Latino América desde los años 30 hasta los 70 del siglo pasado.

He ahí el doble movimiento del nuevo Papa: hacer  parecerse moderno para mantener el statu quo de la Iglesia y del capitalismo que ésta sustenta y apoya.



Escrito por mihaelo às 07h50
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